Até Quando?

Vivemos um novo paradigma, assente no domínio absoluto dos mercados, com destaque para o mercado financeiro,para o liberalismo desenfredeado, para o endeusamento de todas as teorias que cantam hossanas à privatização de tudo o que mexe.
Sei e reconheço que houve muitos erros, muito desperdício naquilo que se designou como Estado social de Direito ou Estado providência, erguido sobre os destroços da 2.ª Guerra Mundial, mas corrigir, melhorar, tornar mais eficiente é muito diferente de aniquilar, destruir, desmantelar, como neste momento acontece a nível quase planetário.
Caminha o ser humano para ser apenas um objecto de troca, como de vulgar mercadoria se tratasse, perderam-se os valores e as tradições humanistas, a lei da selva começa a imperar, com que preço e até quando?

21.Fev.2010 05:36 | sem comentários | ler o resto

LIBERDADE!

Poucas palavras na vida me dirão mais do que esta palavra inebriante LIBERDADE. Mas o que é a liberdade, termina a nossa onde começa a liberdade dos outros? A palavra liberdade é usada com objectivos distintos e poderia afirmar, sem medo de errar que há imensas interpretações sobre o que significa essa palavra mágica LIBERDADE.
Não restam dúvidas que sob a sua bandeira se praticaram ( e praticam ) crimes, atrocidades sem nome, mas esquecendo a noção de liberdade ideológica de acordo com a cartilha de cada ideólogo, as liberdades da extinta União Soviética nada têm que ver com a liberdade proclamada no Ocidente.
A liberdade, eco profundo da revolução francesa,  outorgou ao indvíduo, enquanto portador de direitos, a liberdade individual, com destaque para a liberdade de expressão – que não se pode confunfir com liberdade de manipular, de enganar, liberdade de ou para os lóbis, liberdade de certas corporações profissionais.
Liberdade é o direito [...]

6.Fev.2010 06:33 | sem comentários | ler o resto

Sobre este blog

A ideia que presidiu a manter o veredictum como blog é a reconhecida influência que a internet está a ter nas nossas vidas, bem ou mal aproveitada, questão de cada um, como ocorre na vida real.

Por outro lado uma homenagem a esta rede universal que a todos nos pôe em contacto e de todos para todos.

É também um hino à livre criação de cada um, `a participação cívica, um travão a todos os totalitarismos, a todos os fanatismos, a todos os que nos querem obedientes e obrigados. O caminho é longo, mas faz-se caminhando.

Por fim é um hino à liberdade, à tolerância, ao respeito mútuo e um convite à participação de todos, de forma aberta e dialogante.

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