Ad nauseam

Ad nauseam  – até à saciedade, até ao enjoo, até à repulsa que há-de ser total.

O País assiste entre o indiferente e o cómico a esta tragicomédia em que a apelidada justiça se transformou, em que vem o próprio Procurador Geral dizer que o poder político tem que intervir sobre a autonomia do Ministério Público.

O despautério é total, da pesporrência  fazem lei ( deles ), pelo que a degradação do regime é notória, indisfarçável.

Aqui está um belo exemplo de autonomia pós abrilista, a par de outras como a do dito poder local.

Não acredito no regime,  nem na sua regeneração, entrou em coma, aviver com oxigénio artificial até ao momento em que alguém irá desligar a máquina.

Não aceito como cidadão que estejamos num estado totalitário em que umas castas divinas estão acima da lei, qual alimárias que nos sugam o próprio sangue e que nos podem julgar pela cor dos olhos ou da facies. Que na sua vaidade efémera e de mando provisório espezinham com o seu arbítrio quem cai sobre a sua alçada.

Medievos, obtusos   vivem na escuridão das trevas mais negras, são figuras sinistras a  precisar de uma limpeza radical, para que o ambiente se torne sadio e a respiração possível.

E se dúvidas restavam o folhetim Freeport é a prova cristalina deste caminhar para o abismo.

Por isso ad nauseam e para todo o sempre.

Esta entrada foi publicada em Diversos. ligação permanente.

Uma Resposta a Ad nauseam

  1. Paula diz:

    ” Seja qual for o Deus , eu sou o Mestre do meu destino e o Capitão da minha Alma “. Nelson Mandela

    Os valores não necessitam de religião ou de uma dependencia filosofica. Tem que nascer e crescer com o ser humano…e eu fico pasmada com a falta de valores que impera em toda a sociedade portuguesa , incluindo e essencialmente naqueles que estão em lugares de decisão politica, juridica ou social.

Deixar uma Resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*

Pode usar estas tags HTML e atributos: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>